domingo, 14 de setembro de 2008
Hidden&Desires pt;10 - Luke's turn (2)
domingo, 17 de agosto de 2008
Hidden&Desired pt;9 - MSN
Luke e eu somos amigos e nada mais. Só amigos, e eu não sei se tenho o coração dele. Espera um instante: PORQUE EU QUERIA TER O CORAÇÃO DELE? Era complicado parar e pensar sobre isso... Eu ficava com dor de estômago, minha barriga inchava, e eu precisava ir ao banheiro só depois de dois dias.
Ele viajou para ver sua mãe que estava no hospital e me disse com todas as palavras para manter contato nos próximos dois dias. Contato? Ele quer me matar? Já está sendo dificil lidar com o fato de que eu preciso saber o que eu sinto de verdade por ele, e com a ânsia de saber o que ele sente por mim. Que diabos ele sente por mim??? Minha cabeça girava e eu perdia o controle dos meus olhos. Estavam embaçados. Seriam lágrimas? Não sei e prefiro não saber.
Eu estava sentada a poucos metros da mesa do computador quando eu ouço o "tim tim" do MSN me chamando. Seria quem?
Luke diz: Nathália!
Nancy diz: Vc nunca me chamo de Nathália antes. ¬¬"
Luke diz: AH, é pq Nancy eh mais simples.
Nancy diz: Hai ai. ¬¬"
Luke diz: Iae godinha, como c tah?
Nancy diz: Normal... Meio cansada, mas faz parte! hueuhehuehue
Luke diz: Minha mãe tá bem, vai passar mais uma noite aqui no hospital e eu vou ajudar meu pai e meus avós aqui a lidar com a situ.
Nancy diz: É realmente o melhor que vc pode fazer.
Luke diz: Aff... To cansadão. Escapei só pra falar com você.
Nancy diz: Ah, Lucas, eu esqueci de te mandar...
Luke diz: Mandar? O que?
Nandy diz: Fique ON que você vai ver.
LUKE ESTÁ ON-LINE
Luke diz: Passa.
ENVIO CONCLUÍDO
Luke diz: :$
Nancy diz: Cantei essa música porque me lembra do dia que eu falei pra você que ela era especial pra mim. Minha voz tá meio estranha porque eu cantei meio rouca mas...
Luke diz: Hot... Porque essa música é especial pra você?
Nancy diz: Porque sempre que eu canto eu canto para alguém.
Luke diz: E pra quem você canta?
Nancy diz: Atualmente?
Luke diz: Sim...
Nancy diz: Eu acho que você sabe pra quem...
Luke diz: Não sei... Acho que sei, mais nao tenho certeza.
Nancy diz: You make me so hot, make me wanna drop, you're so ridiculous, i can't barely stop. I can't hardly breathe, you make me wanna scream, you're so fabulous.. you're so good to me, baby.
Luke diz: :$
Nancy: :$:$:$
Luke diz: Er... Domingo festaaa! huauauhuahua. Quer ir não?
Nancy diz: É uma boa... uhehuheuuhue
Luke diz: Ótimo. Quando eu chegar, vou me arrumar e nós vamos.
Nancy diz: Festa de quê? oO
Luke diz: Sei lah, boa pergunta.
Nancy diz: Ok, então. Ate amanha, luv. Tenho que ir, estudar.
Luke diz: Humm.. sei sei. auauhhuahauhua.. Bju, babe.
Nancy diz: Bjuu. Luv u.
Luke diz: Luv u too.
Festa amanhã... WOW. Bom, eu não estava no humor, mas eu vou! Não é por causa dele... Isso eu garanto. :$
[FIM DA PARTE IX]
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Hidden&Desired pt;8 - Eu volto por você

O céu de sexta a noite estava estrelado como em boa parte das noites do Rio de Janeiro. Meus pensamentos estavam revirando o meu mundo interno de cabeça para baixo, e isso estava me deixando desânimada, sem graça. Eu não sinto nada por Luke, não posso sentir. Quero dizer, posso sentir, mas eu não tenho certeza se devo. As coisas estavam cada vez mais legais e cada vez mais dificeis entre nós dois, pois ele oscilava o tempo inteiro entre feliz e triste, e isso estava me deixando muito esquisita. É incrível o efeito que ele passa pra mim de tranquilidade e paz, mesmo com todos os problemas de meu pai vindo a tona.
Luke estava sentado no sofá da sala de estar olhando para suas mãos. Seu rosto estava sério, com um olhar curioso, singélo. Ele não havia notado minha presença, até que eu esbarrei na cadeira em minha frente. Retardada. Nem uma cadeira eu conseguira desviar.
- Nancy!!! - ele exclamou. Nesse momento, seu olhar se voltou para mim, e em questão de segundos, ele sorriu. Mas não foi um simples sorriso... Sua buchecha se contraiu, dando um ar de felicidade e seus dentes a mostra, como se tudo que ele queria tivesse acontecendo, e o principal: seu olhar. Ele me olhava como se eu fosse a pessoa mais importante da vida dele, como se... Como se ele realmente me amasse.
Gelei.
- Nancy, tudo bem? Você parece pálida. - Luke perguntou.
Percebi minhas buchechas coradas, mais ignorei, e lerdamente sorri de volta para ele.
- Luke, er... Eu preciso te contar algo... - eu estava em pânico. Eu não queria falar nada para ele, eu só queria TER UM MOTIVO para falar alguma coisa para ele.
- Ah! Eu também quero te dizer uma coisa...
- Fale primeiro - eu falei.
- Eu vou viajar daqui a duas horas. Minha mãe está melhorando, e eu quero está do lado dela. Mas é só por dois dias.
- SÉRIO? - perguntei, desapontada. Eu queria tanto passar o fim de semana com ele.
- Sério. Não se preocupe, eu vou estar de volta para te ajudar com as coisas domingo, se é com isso que você está preocupada. Aliás, domingo a noite eu vou pra uma festa de um brother meu... Já sabe não é? - ele riu evergonhado, com um sorriso sarcástico.
- Sim. - dei risada. - Mulheres hein? - ri mais ainda, mesmo com uma pontadinha dentro do coração.
- É. - ele disse envergonhado. - Mas, voltando... Você vai entrar no msn não é?
- Porque?
- Ah, para eu poder me comunicar com você. - Ele ficou encabulado, sem graça.
- Claro que entro, e me dê notícias de sua mãe.
- Certo, Nan, deixa eu ir arrumar minhas coisas... Eu já estou atrasado! - ele riu.
Me deu um beijo no rosto, um abraço, e eu o desejei uma boa viagem. EU NÃO ESTOU APAIXONADA POR ELE.
Hidden&Desired pt;7 - Climas
Parte VII
"Senhorita Morgan,
temos o prazer de informar-lhe que o seu pai estará saindo da prisão no fim da tarde do dia 03/09/08.
Você terá que comparecer ao tribunal para prestar depoimento sobre a queixa que a Senhorita deu a doze anos atrás de abuso sexual/ pedófilia/ homícidio.
Garantimos que o preso não poderá machucá-la verbalmente, nem poderá machucá-la fisicamente.
Espero que compareça ao tribunal final do seu pai, Sr. Marcelo Queiroz Da Silva Morgan.
Atenciosamente,
Luíz Inácio Carvalho do Preu, Juíz."
Não podia acreditar no que estava lendo. Não podia ser verdade. Meus olhos encheram de lágrimas e parecia que o meu mundo, o mundo que eu me resguardei e me fechei, recusando-me a lembrar do meu passado, tinha acabado de cair e se chocado com o mundo real.
Eu não pude conter as lágrimas que desciam sem se conterem. Eu estava perdida, simplesmente não conseguia pensar em o quão importante aquilo seria para mim, ou para Marcelo. (Não conseguia chamá-lo de pai.)
Luke estava perpléxo. Não fazia nada, além de desviar o olhar. Eu não entendia porque ele não estava conseguindo me olhar, ou então ignorava o fato de que eu existia. De repente, quando ele viu que eu estava me acalmando, ele perguntou:
- Nancy, o que aconteceu?
- Er... - eu não sabia o que diria para ele. A verdade? Será que eu já podia confiar nele assim, tão rápido? - Luke, eu não sei se devo dizer... É muito pessoal.
- Nancy, confie em mim. - ele olhou diretamente nos meus olhos. - Aliás, você me deixou curioso com isso tudo. O que você fez, mocinha?
- Luke, não é brincadeira. - falei séria. - Eu não sei se posso te contar. Acho que seria melhor a gente parar por aqui.
- Ah, não! Logo quando estava ficando interessante? Vamos Nancy, largue de besteira - ele pegou no meu queixo - você sabe que eu não faria NADA com você... Ao contrário, eu não quero fazer NADA com você... Nem sexo, não adianta insistir. - ele riu maliciosamente, me fazendo dar uma risadinha.
- Certo, então. - eu falei, suspirando, e limpando as lágrimas, que já estavam secando, do meu rosto. - Eu fui molestada por meu pai quando eu tinha 8 anos, logo depois que ele matou minha mãe. E agora, eu estou sendo chamada para o tribunal, onde vão ver se retiram a pena de prisão perpétua, e diminuem a setença.
A cara de Luke estava branca. Branca feito papel. Eu nunca tinha visto ele tão pálido do jeito que estava agora. Ele pegou em minha mão.
- Você quer que eu vá com você? - ele sorriu de um jeito calmo, e me passou bastante tranquilidade.
- Você faria isso por mim? - eu sorri. Não pude conter uma lágrima que descia vagarosamente pelo meu rosto.
- Claro, Nancy! Você É a minha melhor amiga. - ele me abraçou e limpou a lágrima que havia caído do meu rosto. Nesse momento, nossos lábios quase se tocaram, de tão perto que ele chegou do meu rosto, mas rapidamente ele se afastou.
Ele rispidamente levantou-se da minha cama sem graça...
- Nancy, er... E-eu preciso ir - gaguejou. - Me desculpe... Depois nós conversamos. - deu um sorriso falso e saiu.
Que diabos está acontecendo com ele?
[Fim da PARTE VII]
domingo, 25 de maio de 2008
Hidden&Desired pt;6 - Olhos

Parte VI:
Eu estava deitada em minha cama, sem nada para fazer. Imaginei que o mundo inteiro ao meu redor tinha sumido e só tinha eu e mais ninguém. Comecei então a meditar.
De repente, alguém abre a porta.
- Nancy? - diz a voz. Eu não sabia quem era, meus olhos estavam fechados e eu não estava no humor de abrí-los.
- Meditando. - respondi com uma voz áspera e cortante. - Não me atrapalhe.
- Desculpe... Eu queria falar com você. - disse a voz. A voz não me era estranha. Estava chorosa, diferente da de costume. Era Luke. Abri os olhos imediatamente antes que ele fechasse a porta.
- LUKE! -berrei. - O que aconteceu?
Os olhos de Luke estavam inchados, e ele parecia mostrar com um grande esforço que não estava chorando. Haviam cartas nas suas mãos e ele parecia estar preocupado.
- Er... Correspondência. - sorriu falsamente. - Chegaram três cartas para você. Engraçado, que tem uma da delegarcia municipal.
- Certo, valeu. E porque você está chorando? - eu perguntei. Ele corou e disfarçou.
- Eu não estou chorando... Tome suas cartas. - friamente, ele as jogou sobre meu colo. Deu meia volta em direção da porta e rispidamente, abriu. Antes que ele fechasse, eu falei:
- Ok, freezer. - eu falei rispidamente. - Se você não quer me falar, tudo bem. Agora pode sair do meu quarto "sem me informar", porque eu não quero ninguém me tratando mal. Se quer falar comigo, então fale, mas se quer ser um freezer, vá para cozinha.
- Começou o drama. - ele emburrou. - Sério, Nancy. Eu não estou no humor para seus dramas.
- Drama!? - perguntei irônicamente. - DRAMA!? Quando eu te chamo de freezer, eu não estou estou sendo dramática. As vezes você é tão gelado que congela qualquer um.
- Não fale isso... - falou ele tristemente.
- Eu estou falando sério, mas não quero que você fique triste. Eu já me acostumei, quero dizer, não gosto, mas já me acostumei.
Quando eu disse isso, ele abriu um saorriso sem graça. Deu meia volta e me abraçou e me deu um beijo no rosto. Eu poderia jurar que os seus lábios quase tocaram nos meus, mas acho que deve ter sido impressão minha, ou então deve ter acontecido sem querer. Mesmo assim, eu não deixei de corar.
- Nan? - ele me chamou, mesmo eu estando do lado dele. - Eu vou te contar... - ele falou, com pausa em suspiros.
- Pode falar.
- M-minha mãe, ela teve um infarto e está no hospital - ele desabafou.
- Luke, eu sinto muito... - eu não acreditava no que estava ouvindo, pobre Luke. - Tem algo que eu possa fazer por você? - nesse momento, comecei a abrir as correspondências que estavam no meu colo.
- Não, não precisa. Eu quero ficar um momento sozinho... Não sei se vou ter coragem de ir no hospital de qualquer jeito.
Eu abri o envelope enviado pela delegarcia. Eu não acreditava no que estava vendo.
Fim da PARTE VI.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Hidden&Desire - pt;5 - Esclarecimentos

Parte V:
Abri meus olhos com um pouco de dificuldade. Tinha demorado para dormir na noite passada com medo de ter o mesmo pesadelo do ônibus. Acho que peguei no sono umas 4:30 da manhã, olhando para Luke preocupada e com pensamento no sonho. Acordei como há muito não me ocorria. Um beijo quente na testa, uma paz...no meu quarto... minha cama... Seus olhos de mel, que brilhavam mais ainda com a luz do sol vinda da janela, pareciam entrar pelos meus olhos castanhos querendo dizer alguma coisa.
- Bom dia, Luke. - eu disse, com uma voz rouca e um sorriso meia-lua.
- Bom dia, Nan. - ele sorriu. - Desculpe ter te acordado, não foi a minha intenção.
- N-não tem problema, - gaguejei, tentando sorrir - eu estava mesmo querendo ver você. Está melhor?
- Sim. - ele corou. Queria poder adivinhar o que ele estava pensando. - Eu acho que sim, e graças a você, não é?
- Er... - comecei. - Eu fiz o possível. Você chegou nervoso... E...
- E o quê? - perguntou, calmamente. Minha voz tinha falhado. Não poderia dizer pra ele que ele tocou em meu rosto fazendo-me tremer.
- E vomitou. Fiquei preocupada. - disfarcei.
Ele, que estava na porta no início da conversa, voltou e sentou-se na beira de minha cama.
- Acho que não foi uma noite das melhores... Pra nenhum de nós, pelo visto. Afinal... além de voltar sozinha, você ainda teve que limpar meu estrago. - disse, meio sem jeito, com o rosto já vermelho como um pimentão e um sorriso sem graça estampado em sua face.
- É. Me desculpe por ter ido embora sem te falar nada. Você estava com aquela... - rosnei. Não pude evitar. Sem graça, continuei - ...garota, eu não quis atrapalhar.
- Ficamos conversando um bom tempo, quando te procurei não vi mais. Achei estranho, mas... Er... Fiquei até o final da sessão conversando com ela e a gente resolveu ir para uma boate desconhecida. Depois não me lembro de muita coisa, senão de ter vomitado no jarro de Eduardo e acordar na minha cama. - confessou ele. Suspirei. Senti uma pontada de desapontamento e logo percebi que murchei a cara. Tentei me redimir.
- Er... Pensei que você não ia dormi em casa, e não quis ser uma pedra em seu caminho... - sorri, com desânimo. - Por quê você não está com ela?
- Pra falar a verdade, nao sei exatamente como aconteceu. Só me lembro de ter visto ela fazer um escândalo quando a queixei... Saí e fui me divertir. Deixei a louca sozinha. - sorriu maliciosamente, de um jeito que só ele sabe fazer. - Meu deus... Ele me fazia suspirar até quando estava pálido.
- Bom, legal que você se divertiu... - falei triste, lembrando-me do sonho.
- Sinceramente? Não sei... Não me lembro!? - disse rindo e comecei a rir também.
Ele me olhou, deu outro beijo na testa e se levantou, saindo do quarto. De repente, ele gritou do nada "VAMO COMER!!!". Eu ri.
[Fim da PARTE V]
Hidden&Desire pt;4 - Luke's turn

Parte IV:
Minha cabeça latejava. Eu abri o olho, doeu, então fechei de novo. Que diabos eu tinha feito? Eu não sei. Só sei de uma coisa: sobrevivi. Estava em minha cama, e não sabia como havia chegado lá, na verdade, não sabia nem como havia chegado em casa. Finalmente abri os olhos e vi uma coisa que não esperava: Nancy, na poltrona ao lado de minha cama, dormindo. Ela respirava tão sutil e tranquila, que parecia um anjo. Seu cabelo estava enrolado nas pontas como de costume, e ela estava em uma cor lívida.
Estava confuso, o que tinha acontecido na noite passada? Minha cabeça doía demais. Uma coisa subiu do estômago para a garganta. Precisava de um banheiro urgente. Corri, botei tudo para fora, lavei a mão, escovei os dentes e fui na cozinha.
Água. Precisava urgentemente de água. Abri a geladeira e peguei-a para beber no garrafão mesmo. Sentei e comecei a pensar no que poderia ter acontecido. Devagar, minha mente começou a liberar alguns fatos.
Eu estava com Júlia, a menina que conheci na noite de autógrafos, em uma boate no centro da cidade. Ela estava dando em cima de mim a todo o tempo, e como de costume, tinha flertado com ela também. Estávamos dançando, e eu perguntei-a se queria ficar comigo. Ela fez um escândalo, falou que tinha namorado e que eu não podia fazer isso. Dei meia volta e não ouvi mais nenhuma palavra do que dizia. Sentei no bar e pedi um whisky com gelo, peguei-o e voltei para a pista. Tomei mais quatro ou cinco doses até a hora que me lembro. Depois? Aí eu ja estava no meu quarto vomitando. Não sei como voltei, nem a que horas.
Passara uma hora desde que havia me sentado à mesa. Resolvi checar quanto gastei. Levantei, peguei minha carteira e dirigi-me ao quarto em silêncio, para não acordar Nancy. R$178,40 era o valor que o comprovante do cartão de crédito me mostrava. Pensei: "CALMA!". Tinha chance de eu não ter feito merda. Mas... Se tivesse? Iria fingir que não lembrava. Ei... Fingir? Eu não lembrava mesmo!
Voltei para o quarto e sentei-me na beira da cama encarando Nancy. Sua posição na poltrona parecia desconfortável e os olhos estavam aparentemente tranquilos. Será que havia cuidado de mim? Porque estava aqui? Não sei se ela me ajudou ou não, mas tenho quase certeza que sim porque havia panos e produtos de limpeza no banheiro e eu costumo fazer lambança quando estou bêbado. "Ela é um anjo", pensei. Agachei lentamente e a coloquei com extrema delicadeza em sua cama, deslizando o lençol com o maior esforço para não acordá-la. Sentia que devia isso pra ela. Antes de levantar para ir embora, dei-lhe um beijo na testa. Lá estava ela, abrindo seus olhos
[Fim da PARTE IV]